O Cotidiano de um cidadão comum como esses que se vê na rua, em prosa, verso ou dissertação.
27 de agosto de 2011
Texto especial para a outra autora desse blog Lorena Isabelle, Matheus e Djonny.
23 de agosto de 2011
O que ainda não faz parte total do cotidiano.
Ta ai um pedacinho mal gravado mas dá pra ter noção de como foi:
17 de agosto de 2011
Um certo lugar...
E quando nada disso mais bastar, haverá razão? Quando os questionamentos forem confusos o bastante para me fazer perder o raciocínio, existirá alguém pra socorrer? E se o pranto não cessar, alguém vai ouvir? Nesse estado de espírito agridoce, meio frio ou meio quente, bem certo ou muito errado...Será que em algum momento, por mais estranho que pareça, o ser humano consegue se encontrar na palavra dita sem intenção ou no gesto gentil de um estranho? Eu digo que sim.
Silenciei e observei. Tentei me manter o mais neutra possível. Escolhi meus livros e segui novamente rumo ao balcão de baixa. Me assustei ao ver um sorriso bonito e certa gentileza amigável. Eu não podia sair de meu equilíbrio, eu estava quase lá! Mas uma conversa foi capaz de me fazer confundir a mente e depois retornar à terra firme. Palavras, frases, orações...Um intervalo de 10 minutos foi o bastante para me convencer a escrever meu cotidiano. Novamente!
Quando meu mundo pede ajuda, eu tento entender o próximo. Me esqueço que a maioria vê apenas a si, apesar do mundo vizinho estar ruindo. Naquela biblioteca aprendi que, apesar das diversidades, somos todos seres sensíveis ao olhar. A conclusão de cada um aos meus olhos foi diferente, mas todos trocaram um segundo de contato visual comigo e demonstraram um sentimento diverso. E quando eu, distraída no meu mundo, fui surpreendida por outro olhar, não pude evitar a reação. O que ele viu em meus olhos, não sei. Mas eu vi o que não enxergo nos olhos de muitos ao meu redor: curiosidade pueril. Se foi mais uma coincidência, também não sei. Mas foi bom poder partilhar esse momento ínfimo de descobrimento. Foi bom recuperar a razão com pura inocência do desconhecido. E agora me pergunto: atrás desses olhos castanhos, o que será que se passava? Talvez eu nunca descubra. Mas o momento aqui se gravou, na minha mente de Alice.
12 de agosto de 2011
30 de julho de 2011
Um pouquinho da vida das autoras mas entre linhas, ou será fotografia.
28 de julho de 2011
O Cotidiano de uma Adolescente com Cólicas
25 de julho de 2011
Quando faltam palavras, o sorriso!
Um dia após esse dia qualquer (que não foi nem de longe insignificante) viajei rumo a casa de meus tios. Ao chegar lá, encontrei minha tia bem debilitada, mas usando de todas as forças para ajudar meu tio, que não conseguia sair da cama. Entrei no quarto com um sorrisinho meio bobo dançando nos lábios. Fui até o lado da cama de meu tio e disse, baixinho: "Tio, lembra do violão? Então, trouxe para o senhor ouvir o que já aprendi!". Ele de imediato abriu um sorriso bonito e pediu ajuda para sentar na cama, o que não fazia desde que saiu do hospital. Ajudamos ele a se sentar e me arrumei na cadeira para tocar "uns acordes". Meu objetivo era distraí-lo e mostrar que segui o rumo no qual ele mesmo me inspirou. Eu cantei a plenos pulmões e não percebi que ele havia fechado os olhos para melhor me ouvir. Quando estava para terminar a canção eu o olhei e senti me inundar algo que jamais havia conhecido antes: alegria pura e simples.
Para aquele momento eu não tenho uma só palavrinha que seja. Eu me aproveitei da alegria dele. E sei que jamais esquecerei aquele momento.
A tarde foi repleta de minhas canções de iniciante no violão, mas a voz me ajudou, confesso. Eu sorria de todo, assim como meu tio. Ele, assim como todas as vezes que o visitamos, tornou a me contar a sua história com minha tia. Cheia de peripécias e muito amor. Aquele amor verdadeiro e puro, que quando mesmo após 60 anos de casados, ainda assim olham-se com ternura. Onde aquele rapaz transparesse no olhar de homem senil, mas de boa memória. Ele finalizou a história olhando para minha tia, que estava na porta do quarto, e sorri alegremente. Torna a me olhar e diz: "Ela foi a melhor coisa que já me aconteceu. Eu a amo e agradeço todas as noites a Deus por ter me permitido uma vida ao lado dela". Sei que jamais conseguirei imaginar um sem o outro, pois se completam de todo. Esse sim, é o amor verdadeiro. Que ultrapassa os limites da razão humana. Esse sentimento é sentido por todos ao redor. Sentimento que talvez minha juventude não seja capaz de conhecer. Mas a história de ambos ficará para um outro "dia qualquer, mas de importância", mesmo porque, hoje, eu queria contar meu cotidiano. A felicidade que compartilhei com uma pessoa que agora me é bem conhecida, e extremamente amada. Meu tio, por partilhar aquele sorriso com uma pobre descrente, que agora crê, ao menos nos sorrisos de olhos fechados.
21 de julho de 2011
O Cotidiano Humano de Uma Tarde Chuvosa e Fria da Minha Querida Curitiba Durante as Férias
Em uma tarde sem o que fazer existe algo melhor do que uma bebida quente e coisas gostosas para comer? Imagine caro leitor, você deitado no sofá com uma coberta, assistindo a um bom filme, rindo ou chorando dependendo do gênero, e tomando algo quente para se esquentar e comendo coisas que você adora. Então eu recomendo esse cotidiano para todo mundo!
20 de julho de 2011
Dia do Amigo

Justificamos o inquestionável, e questionamos o injustificável. Damos condições ao afeto e deixamos correr livre o dissabor. A amizade não cabe em palavras, cabe em olhares. Ela se demonstra com o abraço apertado que dura uma vida inteira. Definição: "Sentimento fiel de afeição, estima ou ternura entre pessoas que não são parentes ou amantes". Cabe uma vida dentro dessas orações. Um olhar entre amigos diz muito mais do que esse infinito de gramática. Você já parou para pensar no seu mundo sem amigos, leitor?
Concordemos que por inúmeras vezes nos enganamos com relação às amizades, mas se houveram ranhuras, elas não eram puramente amizades. Amizade verdadeira é aquela em que ambas as pessoas se sentem seguras perto uma da outra. Onde o amor supera as expectativas e as brincadeiras superam as regras tradicionais. Como eu sei disso? Eis aqui como aprendi o valor do amigo:
Quando os olhares se cruzam e sabemos que a gargalhada será inevitável. Quando o colo é a única maneira de curar a dor passageira. Quando o abraço dura mais de um minuto, e ainda é pouco. Quando a saudade aperta no peito, mesmo que a distância seja mínima.
E por fim: quando você não pode imaginar o mundo sem aquela pessoa, que por mais irritante ou perfeita que pareça você sabe que jamais poderá ser substituída!
A vida nos dá presentes diariamente. Ela nos proporciona um dia de cada vez para ser vivido de maneira inovadora. Com o tempo, que é curto para alguns, pode-se aproveitar para mudar o prisma. Eu ganhei meus presentes e guardo aqui no peito a lembrança de cada um. Mas como a vida também é arteira, me deixa sentindo a falta dos meus presentinhos divinos. É assim que eu percebo a brisa batendo em meus cabelos e refrescando meu dia, os pássaros cantando a beira da janela e a canção que insiste em continuar em minha cabeça. A minha tertúlia me trouxe paz e felicidade. A vida deu-me a chance de agradecer. Obrigada meus amigos, pelas piadas e pelos conselhos. Pelas tardes de brincadeiras e pelas lágrimas em grupo. Obrigada pelas memórias que jamais esquecerei. Obrigada pela eternidade na fração do segundo. Eu amo vocês, meus presentes, meus amigos!
18 de julho de 2011
Quem nunca viveu esse cotidiano?
Colocar uma colher embaixo da torneira enquanto lava a louça e espirrar um monte de água.
Nada esquentar seu pé em um dia frio.
Cortar o cabelo e se arrepender.
Lavar a mão e escorrer um fio de água por dentro da blusa de manga comprida.
Não ter papel higiênico no banheiro.
Não ter uma toalha pra enxugar as mãos.
Ler um livro massa de final péssimo.
Comprar uma coisa do Paraguai e ela estragar em duas semanas.
Fazer miojo e esquecer ele no fogo e ficar que nem papa.
Esquecer os óculos em qualquer lugar.
Entrar em desespero achando que perdeu dinheiro e ele estava no seu bolso o tempo todo.
Procurar meias na gaveta não achar, chamar sua mãe e ela dizer: "Tá aqui ó"
Todo mundo sair lindo em uma foto menos você.
Seus dedos ficarem bêbados e você digitar tudo errado.
Escrever uma coisa na agenda e esquecer desta coisa mesmo assim.
E outras mil coisas que vocês dirão nos comentários porque eu não me lembro de mais nada, rs.

