Pergunto coisas pra ninguém responder
E me explico antes de perguntarem os por quês
Pergunto coisas que só eu sei responder
E respondo a situações que só eu me interessei
Só eu percebi ou que apenas eu compreendi
Depois de um vinho amargo seco e morno
Eu já nem sei mais o que convém
Só continuo perguntando e respondendo
Tudo aquilo que me vem
Eu vivo a sede da resposta
Quanto mais respondo mais perguntas tem
E quando resposta falha tarda e não calha
Eu vou à crença que me abstém
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Sua Exclamação